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O que não falta no mundo agora é rapper.  E dos mais variados tipos: tem o bonzinho, o do mal, o que rouba banco, o que bate na Rihanna… Mas o fato é que eles conseguiram dominar os canais de tv e rádio. Eu estava assistindo o Top 10 de um canal de música e 6, SEIS, foram rappers. Não vou dizer que odeio esse tipo de música e que nunca ficaria 5 minutos numa festa que tocasse, porque é mentira. Acho que é um bom tipo de som pra você dançar e se animar, mas UMA HORA  CANSA! Toda hora surge um rapper novo, rapper albino, rapper indiano, rapper mirim, rapper vampiro. Então hoje eu vou analisar as músicas desses gênios que trazem dinheiro à indústria fonográfica, e aí vocês vão refletir e fazer um mundo melhor SNT.

1- Akon – Sexy Bitch


Se você é Playsson, vai pra night todo dia com seu carrão pegar todas, com certeza conhece e idolatra o Akon negão da Afrik.  Como um pouco e dois é bom, eles se juntou com um DJ amante de rappers, e saiu a música Sexy Bitch, mas como as crianças não podem ouvir essa palavra, é vendida como Sexy Chick. Uau. Sexy Chick. Mas é claro que as crianças podem ver o clipe educativo dessa música, que segue o modelo de mulher, treta, dinheiro, mulher, festa, mulher.

2-  50 cent – 21 questions


50 é o rapper chave de cadeia. Malandro é malandro, mané é mané, tá ligado? Mas de novo, o esquema mulher, dinheiro, treta, mulher aparece.  É uma fórmula simples e óbvia, e aí eu me pergunto: Será que SÓ EU CANSO DE VER SEMPRE ISSO? Perceba também as palminhas indispensáveis para um sucesso de rap, elas estão aí. Elas estão em todo lugar.

3- Lil Wayne – Lollipop


Observe a genialidade desse poeta: She said lick me like a lollipop. Me lambe como um pirulito.  E o clipe em si já diz: Curta a vida muito louco, torre seu dinheiro infinito numa limusine , é.

4-Chris Brown – With You


Chris Brown é o rapper bonzinho, que faz letras de amor, I don’t need money, I don’t need cars, girl, you’re my heart. Ele anda de busão e vive de amor, mas claro, não dispensa as palmadinhas. Ele deve ser tão amável né , gente?

Depois falam mal do Lapada na Rachada.

slow club

E aí, estão se divertindo esse domingo?  Hoje eu tenho dica de música. Não, minto. É uma  DICONA de música.


As vozes de Charles e Rebecca parecem ter nascido uma pra outra. Eles formam o Slow Club, uma dupla folk de Sheffield, e estão juntos desde 2006, mas o primeiro álbum só saiu ano passado. As músicas são tão harmônicas e as vozes se completam tão perfeitamente que fiquei dias ouvindo direto. Eles exploram muito a parte da percursão e, claro, do up-tempo.  É, eles lembram o Bob Dylan e aquela coisa acústica do Jack Johnson, mas com duas pessoas.

Por iiisso, se você só gosta de bandas com muita guitarra ou baterias muito maracadas, talvez o Slow Club não te agrade tanto. Mas vai ter que admitir que Charler e Rebecca formam um conjunto vocal e tanto.

Então, ouçam Christimans TV, Thinking Drinking Seeking Feeling, It Doens’t Always Have to be Beautiful e Me and You. São minhas preferidas *–*

“it doesnt always have to be beautiful, unless is beautiful”

Lulilândia

OEEEEEEE. Back Back, saudades? -n Volto das férias com dica de música (l) E vou logo direto ou ponto: Lulina.

Nasceu em Recife, a apesar de morar em São paulo há mais de sete anos , ainda conserva o liindo sotaque pernambucano.  As músicas vão do lúdico ao irônico, e ela explora os temas mais diversos, desde doenças até relacionamentos! Apesar de já ter alguns fãs internacionais, ela ainda não é muito conhecida no Brasil (como sempre , música boa perde espaços pra bandinhas idiotas E ). Mas vale muito a pena escutar as músicas, e minhas preferidas são “Bichinho do Sono” , “Meu Príncipe ” e “Criar minhocas é um negócio lucrativo”. 

Esse é o tipo de música que faz você realmente viajar =D

post triplo e ae?

Juro que não nasci de quatro meses , re, mas é que hoje eu quero falar, ééé, e se você não quiser ler é só fechar  a janela, tchau.

Mas então né, vou falar de um zilhão de coisas. Primeiro : alguém viu o faustão ontem?? Eu não -re, MAAAAAS como o youtube é santo e serve pra essas coisas mesmo, eu fiquei cho-ca-da com esse video . SIIIIIIIM Dani suziki e Jason Mraz, com direito a dancinha no fundo e tudo Q. Cara as vezes eu tenho vergonha alheia pelo Fausto Silva por causa da dancinha, mas tudo bem. Mas , falando sério, que ela ficou super in love por ele, ela ficou, saca só a olhadinha na boca dele que ela deu:

motoésuzuki

Suzuki: Ride the winds of change.

 

 

Mudando de assunto, nesse fim de semana eu vi um video legal. É o da nova boyband GLS JLS!

Gente, eu adoro boyband, me divirto. Tipo, eles parecem tão felizes e realizados forever, mas todo mundo sabe que eles vão acabar daqui a tres meses -t . Mas é legal, cara, tell your mom you joined a boyband! As dancinhas, e todo eles juntos assim, e a letra total nada a ver, me lembram do tempo do Bro’z [sim, sim, sim, esse amor é tão profundo, você é minha prometida e eu vou cantar pra todo mundo Q].

O importante é ter saúde.

 

 

Humbug

Humbug é o novo álbum do Arctic Monkeys. Pra quem não conhece, o Arctic Monkeys é uma banda de Sheffield, classificada como british indie. Antes todos queriam ser como The Libertines, e agora, todo querem ser como Arctic Monkeys.  É uma banda totalmente diferente de todas as outras bandas que ainda existem no cenário musical, isso eu digo com toda a certeza.

Eles têm uma marcação bem grande na bateria, e estão quase sempre mudando bruscamente o tempo da música, fazendo você ficar meio  em choque, mas ao mesmo tempo, maravilhado.

Os dois primeiros álbums foram marcados por musicas rápidas, com letras sobre garotas e a vida da banda. Mas como todo grupo, um dia eles crescem. O aviso veio em 505, no fim do segundo álbum Favorite Worst Nightmare (eu tenho, beijos.)  . 505 era uma dica de que,  daquele momento em diante, o Arctic seria mais maduro.

E aí veio Humbug.  As melodias combinam perfeitamente com as letras, e a voz de Alex Turner é a prova que eles progrediram muito. Mas as letras deixaram a desejar. Algumas não tem nenhum sentido nem a menor graça, e não dão mais aquela mágica de ‘ah, isso é arctic monkeys’. Por outro lado, Matt Helders e Jamie Cook (baterista e guitarrista) fazem um trabalho incrível.

Ainda não escolhi uma música preferida, mas na lista das melhores, com certeza estão: Crying Lightning, Pretty Visitors, My Propeller, Cornerstone e Dance Little Liar. Continuar lendo

todo carnaval tem seu fim

O PATD acabou. É, eu sei que é meio atrasado, mas tudo bem. Pra quem não sabe, o Panic at the Disco acabou, já que dois integrantes simplesmente saíram e formaram uma nova banda, o Young Veins, ou algo do tipo.

Eu gostava das músicas deles. Principalmente das primeiras, que era diferentes de tudo o que eu já tinha ouvido. Mas aí depois eles foram perdendo a “magia” , as músicas ficaram ruins, e puf! a banda acabou. A minha teoria é que Jon e Ryan (os dois que saíram) cansaram de fazer sempre o mesmo estilo de música e foram lá montar uma banda só deles pra eles “evoluirem”. Os outros, Brandon e Spencer queriam continuar com a “magia” do começo, e por isso, continuaram com o panic.

Por isso, a minha conclusão é que o Panic não tá acabando. Só vai voltar a ser o que era no princípio.  Eu espero.

Esse post é especial pra Marina 🙂