little sun.

A primeira vez que eu percebi o poder do sol foi numa tarde daquelas nas quais tudo o que você quer é chegar em casa. Já passavam treze minutos depois das seis e o sol já tinha se posto, mas mesmo assim o céu estava claro. Conseguia ver com perfeição todas as nuvens e todo o horizonte, mas por mais que procurasse o sol no céu ele já tinha ido. Só algo muito poderoso seria capaz de mesmo ausente e invisível continuar nos iluminando, e aquecendo e nos dando vida. Eu não podia vê-lo, mas era capaz de sentir seu calor lá, e via todas as coisas existindo por causa daquela energia gratuita, uma força que nos mantém vivos sem receber absolutamente nada em troca. E aí eu percebi que o sol é uma metáfora natural e óbvia de uma amizade, aquelas amizades sobre as quais tanto já cansei de digitar sem conseguir explicar totalmente. E isso tudo é só um ínfimo ponto dentro de um universo infinito porque existem milhares, milhões de outros sóis aquecendo e iluminando por aí sem nem ao menos uma vez cobrar por isso. Eu tenho meus sóis, e você?

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